

Eucalyptus gunnii subsp. divaricata


Eucalyptus gunnii subsp. divaricata


Eucalyptus gunnii subsp. divaricata
Eucalyptus gunnii subsp. divaricata
Eucalyptus gunnii subsp divaricata
Eucalipto-de-Gunn
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Descrição
L’Eucalyptus gunnii subsp. divaricata est un arbre endémique du plateau central de Tasmanie, également appelé Gommier cidre de Miena. Il se distingue par des bonnes capacités à résister au froid (jusqu'à - 15°C), à supporter des conditions climatiques rudes et à s’adapter aux sols humides. D’une posture gracieuse et équilibrée, c’est un arbre persistant, très évolutif au fil des saisons et au fil des ans. Il est aussi apprécié pour ses jolies fleurs blanches d’aspect cotonneux, souvent hivernales, et ses écorces doucement jaspées de gris, lavées de rose ou d’orangé qui s’exfolient en lanières. Supportant bien la taille, il se forme sur un ou plusieurs troncs en fonction de l’architecture souhaitée et de son intégration paysagère. Dans tous les cas, ce beau sujet mérite à une place de choix, en isolé ou en groupe, dans un grand espace. De croissance rapide et ne tolérant pas les conditions sèches, son installation au jardin nécessite un emplacement adapté, en sol drainant suffisamment humide et au soleil.
L’Eucalyptus gunnii subsp. divaricata, de la famille des Myrtacées, est une sous-espèce de l’Eucalyptus gunnii, un très proche cousin. Cet arbre endémique de la Tasmanie, en Australie, trouve ces origines dans les forêts claires autour de la région des Grands Lacs, sur le plateau central de Tasmanie, situées à l’ouest de la ville de Miena. Dans cette région, à une altitude entre 850 et 1150 m, et dans des sols plutôt mal drainés, il est exposé au gel et aux conditions hivernales difficiles. Il produit de la sève sucrée, semblable au sirop d’érable. Mis en bouteille, le liquide fermente comme le cidre de pomme, d’où cette appellation de « Gommier cidre de Miena ».
D’une croissance rapide, parfois d’un mètre par an, cet Eucalyptus forme un bel arbre, à la cime ramifiée et ronde, atteignant 14 à 18 m de hauteur, pour 6 à 8 m d'envergure, non taillé et formé sur un tronc unique. Taillée et formée sur plusieurs troncs partant de la base, sa forme sera plus large et sa hauteur se maintiendra entre 8 à 12 m. Sa charpente est constituée d’une ou plusieurs tiges partant d’un lignotuber* situé juste sous la surface du sol. Les jeunes rameaux, rougeâtres, portent un feuillage juvénile, densément implanté, composé de petites feuilles rondes, sans pétioles, opposées, de 2 à 3 cm de diamètre, d’une couleur vert bleuté mate. Puis au fil de son développement, les feuilles pétiolées, en alternance sur la tige, prennent une forme lancéolée, de 4 à 8 cm de long pour 1.5 à 3 cm de large, vert glauque. Les feuilles coriaces sont légèrement aromatiques et dégagent un parfum de menthol, lorsqu’on les froisse, riche en eucalyptol. En vieillissant, l’écorce lisse du tronc, se marque de taches grises, lavées de rose ou d’orangé lorsque ses grandes plaques d’écorces se desquament. La floraison, très abondante, se produit entre janvier et mars. Les boutons floraux, généralement glauques, groupés par trois, s'épanouissent en petites fleurs aux nombreuses anthères blanc crème, formant un pompon de 1 cm de diamètre environ. Riche en nectar, elles sont très attractives pour les abeilles. Après la floraison, les fruits, appelés “gumnut“, apparaissent sous forme de cupules ligneuses, rattachées à la branche par un court pétiole. Elles contiennent les graines, où l’huile essentielle est très concentrée. D’une façon générale, les rameaux, les boutons floraux et les jeunes capsules sont recouverts d'une épaisse pruine cireuse blanchâtre.
Cet eucalyptus possède un *lignotuber, constitué par un renflement riche en amidon qui se forme sur les racines juste sous la surface du sol. Cet organe lui permet de repartir de la souche en cas de gel sévère, d'incendie ou de taille à ras. La plante produit également de nombreuses pousses à partir de bourgeons dormants situés sous son écorce, ce qui lui permet de répondre parfaitement bien aux opérations de recépage, d'étêtage ou de taille plus sévère. Notons que le gommier alpin supporte parfaitement la neige, le vent et les embruns.
Le Gommier cidre de Miena trouve sa place au jardin, planté en isolé, dans un espace dégagé, pour apprécier l’élégance et l'éclat de son feuillage d’une intense note bleutée. Afin de mettre en évidence son port architectural, il se conduit sur un tronc unique ou en multi-troncs. En bosquet, il peut s’associer à un saule des coyotes ou un Poirier d'ornement pleureur, tous deux joliment argentés, ou pour le contraste à un noisetier pourpre ou un Catalpa bignonioides Aurea, ou Févier d'Amérique doré. Il s’accommode de tous les types de sol, en évitant les terrains trop calcaires et les régions aux étés trop secs. Il supporte aussi bien les climats océaniques que montagnards, et sa résistance au froid ira jusqu'à -15°C, voire davantage. À l’aise dans les sols humides, mais pas marécageux, il a la capacité de pouvoir les assécher.
Vertus : Les feuilles riches en huile essentielle de l'Eucalyptus gunnii sont utilisées sous différentes formes (infusion, teinture, huile…) pour traiter de nombreuses affections respiratoires, les rhumatismes, les migraines, la fatigue et comme antiseptique.
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Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Eucalyptus
gunnii subsp divaricata
Myrtaceae
Eucalipto-de-Gunn
Austrália
Plantação e cuidados
O Eucalyptus gunnii subsp. divaricata deve plantar-se preferencialmente no início da primavera em regiões amenas e húmidas (litoral atlântico), e no início do outono em climas secos e quentes (Algarve). Recomenda-se instalar em solo bem preparado, leve, e bem drenado, em local muito ensolarado. Solos argilosos ou limosos são bem tolerados, mas não os calcários. Um exemplar bem estabelecido é rústico até -15 °C nessas condições. As plantas jovens são mais sensíveis a geadas fortes, sobretudo se o gelo se mantiver por vários dias e o solo estiver húmido. Na maior parte das regiões, instala-se em plena terra, cuidando eventualmente da drenagem com a adição de areia grossa, pozolana ou cascalho. Depois, deixa-se a natureza agir; o crescimento é rápido.
Nos dois primeiros anos, é necessário regar regularmente; depois o arbusto prescinde totalmente de rega no verão, uma vez bem estabelecido. A fertilização não é recomendada. A poda não é necessária, mas é bem tolerada após a floração ou no fim do inverno se as hastes tiverem sofrido geada. Pode formar-se o eucalipto com múltiplos troncos ou em tronco único, selecionando o mais bem colocado e cortando ao nível do solo todos os outros. É perfeitamente possível cortar pela base esta pequena árvore para formar um grande arbusto, limitando-se a sua altura.
Os eucaliptos são úteis para secar terrenos húmidos, pois são grandes consumidores de água mesmo no inverno. No entanto, tornam-se bastante resistentes à seca uma vez bem instalados (mais ou menos, conforme a espécie e a variedade).
São as plantas jovens que se instalam mais facilmente em plena terra. O sistema radicular extenso e profundo do eucalipto não gosta de ser perturbado e tende a formar um nó de raízes se a planta ficar demasiado tempo no vaso. Deve-se escolher com cuidado o local, que deverá ser definitivo.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.







