Heliopsis helianthoides Solar Flare
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Girassol-falso
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Descrição
L'Heliopsis helianthoides ‘Solar Flare’ est un cultivar compact de faux-tournesol qui s'illustre par son feuillage panaché, réticulé, en parfaite harmonie avec ses fleurs jaune d'or en forme de marguerites. Cette variété qui fleurit du printemps à l'automne trouve sa place au soleil, au premier plan des massifs ou en pots. Son feuillage décoratif reste intéressant même en dehors de la pleine floraison. Plante robuste et durable, cette vivace rustique est à la portée de tous les jardiniers, même débutants.
Issu de l’espèce nord-américaine Heliopsis helianthoides, ‘Solar Flare’ appartient à la famille des Asteracées. L’espèce, connue sous les noms d’héliopside, Héliopsis faux hélianthe, Héliopsis faux soleil ou faux-tournesol, est l’une des héliopsides les plus cultivées. Dans la nature, on le rencontre dans l’est et le centre de l’Amérique du Nord, depuis le sud du Canada jusqu’au Texas et au Nouveau-Mexique, dans les prairies à hautes herbes, les lisières de forêts claires et les bords de routes.
'Solar Flare' est un cultivar sélectionné pour son port nettement plus compact et son feuillage jaune crème à vert pâle fortement nervuré de vert. C’est une vivace herbacée à souche ligneuse, légèrement rhizomateuse, mais non envahissante, qui forme au fil des années une touffe dense. Les tiges, dressées et fermes, se ramifient bien et portent des feuilles opposées, ovales à lancéolées, mesurant 6 à 10 cm de long, à marge dentée et de texture un peu rugueuse. La touffe atteint 30 à 35 cm de hauteur en pot, un peu plus en pleine terre, pour 30 cm de large environ. Sa croissance est rapide, elle fleurit dès la première année de plantation.
La floraison, en capitules solitaires portés à l’extrémité des tiges, s’étend de juillet à octobre. Chaque capitule de 4 à 6 cm de diamètre présente des fleurons ou ligules jaune d’or entourant un disque central jaune plus soutenu, tirant vers l’orangé à maturité. Particularité du genre, ces ligules sont fertiles, ce qui les distingue de ceux des véritables tournesols. Les fleurs, riches en nectar et en pollen, sont très visitées par les abeilles, bourdons et papillons. Elles constituent par ailleurs de bonnes fleurs à couper, durables en vase. Après la floraison, la plante produit de petits akènes secs qui assurent la dissémination des graines.
Le système racinaire, composé de rhizomes courts et de racines fibreuses, ancre bien la touffe tout en lui permettant de résister aux périodes de sécheresse modérée. La végétation, caduque, disparaît en hiver et se développe chaque printemps à partir de la souche.
Installez cet Heliopsis ‘Solar Flare’ en bordure de massif, au soleil, où son feuillage panaché dessinera une bande graphique et lumineuse tout l’été. Associez-la aux épis bleus de la Salvia nemorosa ‘Caradonna’ ou du Nepeta ‘Kit Cat’ pour créer une scène tout en contraste et facile à vivre. Dans un jardin de style prairie, mélangez-la à quelques touffes d’Echinacea purpurea ‘Magnus’ devant une graminée bleutée de type Panicum virgatum ‘Heavy Metal’. Dans un grand pot, mariez-la à un géranium vivace couvre-sol qui formera un coussin fleuri. Cette plante supporte bien la chaleur ; un paillage minéral mettra encore plus en valeur son feuillage décoratif.
Le nom de genre Heliopsis vient du grec hélios (le soleil) et opsis (l’apparence), en référence à la couleur des inflorescences, tandis que l’épithète helianthoides signifie « qui ressemble au tournesol ».
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Heliopsis helianthoides Solar Flare em imagens...
Floração
Folhagem
Hábito
Botânica
Heliopsis
helianthoides
Solar Flare
Asteraceae
Girassol-falso
Buphthalmum helianthoides Solar Flare
Hortícola
Plantação e cuidados
O heliopsis (falso-helianto) Heliopsis helianthoides 'Solar Flare' é uma planta fácil de cultivar. Adapta-se a qualquer solo bem drenado e é apenas sensível ao excesso de humidade no inverno, assim como a solos um pouco demasiado secos no verão. As raízes não toleram a concorrência. Em contrapartida, tolera solos argilosos, pobres e pontualmente secos. Prefere uma exposição soalheira, mas a folhagem variegada tolera bem a meia-sombra. Esta variedade resiste bem ao vento e não necessita de tutores. Recomenda-se cortar as flores murchas para favorecer a remontada. Deve-se dividir a planta a cada 2 a 3 anos para manter o vigor.
Algumas variedades de Heliopsis são sensíveis ao oídio e à ferrugem quando as condições de cultivo não são ideais. Recomenda-se realizar um tratamento preventivo contra as doenças fúngicas no final do inverno. Posteriormente, tratar-se-á apenas se for necessário, em caso de presença comprovada de pragas na planta, procurando utilizar tratamentos direcionados. Em todo o caso, deve evitar-se qualquer tratamento durante a floração, para não prejudicar os insetos polinizadores.
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Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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