Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora Adaminaby
Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora Adaminaby
Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora Adaminaby
Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora Adaminaby
Eucalipto-das-neves , Eucalipto-da-neve
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Descrição
O Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora 'Adaminaby' é um Eucalipto-das-neves originário do sul da Austrália. Forma uma árvore de porte médio ou, ocasionalmente, mais alta, e por vezes um grande arbusto com troncos múltiplos. Particularmente apreciado pela sua casca muito ornamental, onde se mesclam o branco, o creme, e o cinzento, adopta um porte esguio, formando uma copa mais ou menos arredondada. A sua folhagem juvenil é também atraente, com folhas de um bonito verde azulado. A floração em pequenos pompons brancos, que se destacam bem sobre a folhagem mais escura, é mais um trunfo desta espécie. Desenvolvendo-se em solos ácidos, neutros ou ligeiramente calcários, é moderadamente rústica e recomenda-se a plantação em pleno sol.
O Eucalyptus é uma árvore da família das Mirtáceas, como a Feijoa, o Callistemon ou a Murta, com floradas características desta família. O género Eucalyptus, praticamente confinado à Austrália, com excepção de algumas raras espécies do sudeste asiático, conta com mais de 800 espécies, entre as quais se incluem as árvores de folha larga mais altas do mundo (E. regnans), mas também arbustos de porte médio. O Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora cresce naturalmente numa área geográfica muito vasta, que se estende do sudeste de Queensland, cobre o leste da Nova Gales do Sul até ao estado de Victoria e à Tasmânia. Esta grande dispersão gerou diferentes formas, frequentemente denominadas pelo nome da sua localidade ou região de origem. Adaminaby é assim uma pequena localidade situada a mais de 1.000 m de altitude nas Snowy Mountains, a sul da capital Canberra. Este Eucalipto-das-neves aí está exposto a um clima contrastado, ameno a quente no verão, tornando-se frio e nevado no inverno.
Esta espécie aí forma uma árvore, ou um mallee, termo aborígene que designa um arbusto ramificado desde a base e com menos de 10 m, neste caso geralmente 5 a 6 m. A forma arbórea pode atingir até 30 m de altura e cerca de 20 m de largura, enquanto que nas nossas latitudes tende a limitar-se entre 12 e 15 m de altura, com uma envergadura de cerca de 8 m. O tronco reveste-se de uma casca lisa muito ornamental, com tonalidades predominantemente de branco, creme, e cinzento, às quais se juntam também manchas amarelas. Este Eucalyptus apresenta uma grande capacidade de regeneração graças ao seu lignotúbero. Trata-se de um inchaço subterrâneo rico em amido, capaz de emitir numerosos rebentos se a parte aérea da planta for destruída (tipicamente por um incêndio). A rebrota é assim mais frondosa do que a planta original após esse corte. Esta característica, que muitos Eucalyptus possuem, é particularmente interessante do ponto de vista ornamental, pois permite podas severas, o que, por um lado, limita o desenvolvimento da planta, por outro a faz ramificar bem e, finalmente, estimula a formação de folhagem juvenil, que em muitas espécies é mais decorativa do que a folhagem adulta. É o caso de Adaminaby, onde esta adopta uma forma lanceolada a elíptica, de um verde azulado mais ou menos glauco e mate. Estas folhas juvenis medem de 4,5 a 17 cm de comprimento por 2 a 8,5 cm de largura, e são séssis. A folhagem adulta é um pouco maior, lanceolada a falciforme, medindo até 20 cm de comprimento e 5 cm de largura. Assume uma cor verde ligeiramente brilhante e liberta um agradável aroma a eucaliptol quando se esfrega, devido à presença de glândulas ricas em óleos essenciais.
Contrariando o seu nome específico (pauciflora significa "que tem poucas flores"), este Eucalyptus ostenta uma floração particularmente abundante e muito decorativa, sob a forma de pompons brancos que contrastam bem sobre a vegetação mais escura. Umbelas axilares reúnem de 9 a 15 flores (e por vezes muito mais) que exibem estames espalhados em todas as direcções, fazendo esquecer a ausência de pétalas. Esta floração ocorre geralmente entre outubro e fevereiro no nosso clima e quase em qualquer época do ano na Austrália. Segue-se a produção de pequenos frutos em forma de taça sem interesse ornamental.
A crescer em pleno sol, esta árvore desenvolve-se em solos ácidos a neutros, tolerando um pouco de calcário. Gosta de solos frescos, mas bem drenados, e tolera relativamente bem a seca uma vez estabelecida. A sua origem montanhosa permite-lhe resistir até -10°C a -12°C em boas condições, e obviamente não teme a neve.
O Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora 'Adaminaby' é uma espécie interessante pelo seu aspecto exótico, a sua belíssima casca e a sua florada encantadora. Originária de regiões sem estação seca marcada, ficará bem em clima atlântico não demasiado frio, como nas regiões costeiras do Norte e do Centro de Portugal, e também se poderá adaptar às zonas do Sul que não sejam demasiado secas. Em clima ameno, plante à sua base um Pittosporum tenuifolium Purpureum, um pequeno arbusto de folhagem púrpura ondulada que contrastará agradavelmente com a casca clara e a folhagem verde ou azulado. A Eucryphia lucida Gilt Edge, um belo arbusto de folhagem persistente, finamente variegada de amarelo, com floração branca e duradoura no verão, bem adaptado a climas atlânticos amenos, será também um companheiro perfeito para o Eucalyptus. E, para usufruir de uma deliciosa floração primaveril cor-de-rosa, complemente esta cena com a Magnolia Fairy Blush, um híbrido de Michelia de aspecto exótico, com a sua vegetação densa de um verde escuro e o suave perfume das suas flores elaboradas.
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Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Eucalyptus
pauciflora subsp. pauciflora
Adaminaby
Myrtaceae
Eucalipto-das-neves , Eucalipto-da-neve
Austrália
Outros Eucalipto
Ver tudo →Plantação e cuidados
Eucalyptus pauciflora subsp. pauciflora 'Adaminaby' planta-se preferencialmente no início da primavera em regiões frias, depois das últimas geadas tardias, e no início do outono em clima quente, para aproveitar as precipitações de inverno. Deve ser instalado em solo bem drenado, fresco a pontualmente seco e sem demasiado calcário, em local quente e ensolarado. É rústico até -10 °C / -12 °C nessas condições, uma vez adulto. Em muitas regiões, pode ser instalado em plena terra, garantindo a drenagem com a adição de areia grossa, pozolana ou cascalho não calcário. Regar regularmente nos dois primeiros anos; depois, o arbusto geralmente dispensa rega no verão, uma vez bem estabelecido, exceto nas regiões mais secas. Não se recomenda a fertilização. A poda é bem tolerada após a floração, mas não é necessária, salvo para reequilibrar a forma ou limitar um pouco o seu desenvolvimento.
Os eucaliptos são úteis para secar terrenos húmidos, pois são grandes consumidores de água mesmo no inverno. No entanto, são bastante resistentes à seca uma vez bem estabelecidos (mais ou menos consoante a variedade) e costumam adaptar-se razoavelmente bem a climas mediterrânico ou atlântico, se beneficiarem de um solo profundo.
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos, etc.).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência.
- Nas zonas 9 a 10 (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a floração ocorrerá cerca de 2 a 4 semanas mais cedo.
- Nas zonas 6 a 7 (Alemanha, Polónia, Eslovénia e regiões montanhosas de baixa altitude), a floração será adiada de 2 a 3 semanas.
- Na zona 5 (Europa Central, Escandinávia), a floração será adiada de 3 a 5 semanas.