Resumo
As sálvias-de-Jerusalém em poucas palavras
- As sálvias-de-Jerusalém apresentam no verão verticilos de flores amarelas, cor-de-rosa, malva ou brancas!
- A sua floração traz muita luminosidade aos canteiros no verão
- As flores têm a vantagem de ser melíferas
- A sua folhagem, frequentemente cinzenta, é decorativa e geralmente persistente.
- A sálvia-de-Jerusalém é uma planta vigorosa e fiável, que dispensa manutenção!
- É uma planta de sol, ideal em jardins secos e jardins mediterrânicos
A palavra da nossa Especialista
As sálvias-de-Jerusalém, ou Phlomis, são plantas perenes ou arbustivas, adaptadas à seca e que oferecem no verão uma floração luminosa. Formam tufos arbustivos compactos, bastante largos, com folhas frequentemente felpudas ou pubescentes. Possuem uma bela folhagem geralmente persistente. As mais conhecidas são as de flores amarelo-vivo, como a Phlomis fruticosa ou a Phlomis russeliana, mas existem também variedades com flores cor-de-rosa, malvas e até brancas! As flores reúnem-se em verticilos, formando andares regulares nas hastes eretas, o que lhes confere um soberbo aspeto gráfico!
A sálvia-de-Jerusalém tolera tanto os solos pobres como a seca. É a planta perfeita para um jardim sem rega e sem manutenção… Uma planta ao gosto dos tempos, para um jardim ecológico e económico! É uma verdadeira «planta camelo», que constitui uma excelente solução para vegetalizar terrenos difíceis ou demasiado áridos, bem como as zonas do jardim onde não se pretende intervir com demasiada frequência (como espaços de difícil manutenção ou de rega regular). Além disso, apesar da sua preferência por locais quentes e soalheiros, a sálvia-de-Jerusalém é uma planta bastante rústica.
Descrição e botânica
Ficha de identidade
- Nome latino Phlomis sp.
- Família Lamiaceae
- Nome comum Phlomis, Sálvia-de-Jerusalém
- Floração conforme as variedades, entre maio e agosto
- Altura entre 60 cm e 1,50 m
- Exposição pleno sol
- Tipo de solo suporta todo o tipo de solo, mesmo pobre e pedregoso, mas drenante!
- Rusticidade entre -10 e -15 °C
As sálvias-de-Jerusalém englobam cerca de 110 espécies de plantas perenes, herbáceas ou arbustivas, cuja área de origem se estende da região mediterrânica à Ásia. A mais cultivada nos jardins é a Phlomis fruticosa. Em estado selvagem, esta espécie está presente sobretudo na parte oriental da bacia mediterrânica (Ásia Menor, Turquia, Grécia, Chipre, Síria…), o que explica a sua preferência por situações quentes e secas, bem expostas ao sol. As sálvias-de-Jerusalém crescem principalmente em meios rochosos e em prados secos. Em Portugal, é possível encontrar na natureza três espécies: Phlomis herba-venti, Phlomis lychnitis e Phlomis fruticosa, esta última naturalizada em alguns locais.
A sálvia-de-Jerusalém pertence à família das Lamiáceas, que agrupa plantas frequentemente aromáticas e bastante resistentes à seca, entre as quais muitas plantas mediterrânicas. Apresentam características comuns, que se encontram nas folhas (simples, opostas), nos caules (com quatro ângulos), nas flores (bilabiadas), ou no fruto, bem como na adaptação à seca. São exemplos a sálvia, a alfazema, o tomilho ou a hortelã… e outras plantas ornamentais, como as bergamotas, as ervas-dos-gatos ou os caryopteris.
Etimologicamente, o seu nome vem do grego Phlox: chama, pois as folhas terão servido de mecha para candeias de azeite. Outra etimologia possível é que o nome proviesse do grego Phlomos, designando os verbascos, em referência à folhagem lanosa desta planta, que lembra um pouco a das sálvias-de-Jerusalém. O epíteto específico fruticosa significa arbustivo, e provém do vocábulo latino frutex: arbusto. Em português, a planta recebe o nome de sálvia-de-Jerusalém, porque a sua folhagem se assemelha à da sálvia… E de facto a sálvia-de-Jerusalém é muito próxima desta, sendo as duas plantas primas!

Phlomis purpurea : ilustração botânica
As sálvias-de-Jerusalém podem ser herbáceas ou arbustivas. Formam tufos largos com folhagem densa, o que limita o crescimento de ervas daninhas. Medem quase tanto em largura como em altura. Atingem entre 60 cm e 1,50 m de altura. A Phlomis italica está entre as mais baixas, medindo frequentemente menos de 60 cm. Os caules das sálvias-de-Jerusalém têm a particularidade de ser quadrangulares, com quatro ângulos. São longos e direitos, erguidos verticalmente. A Phlomis tuberosa apresenta caules de um belo tom púrpura a vermelho escuro, que, por contraste, valorizam de forma elegante a folhagem e a floração.
A floração ocorre no verão, frequentemente nos meses de junho e julho; mas conforme as variedades, pode prolongar-se entre maio e agosto-setembro.
Os caules são ritmados por verticílos de flores, dispostos regularmente, em andares. São constituídos por flores colocadas todas ao mesmo nível, rodeando o caule de forma bastante densa. Esta floração em andares cria um efeito visual soberbo! É precisamente o que confere um caráter muito gráfico à floração da Phlomis tuberosa ‘Amazone’. Cada verticílo de flores está como que pousado sobre duas folhas opostas (brácteas), o que acrescenta ainda mais grafismo à inflorescência. Além disso, com as suas hastes florais longas e erguidas, a floração da Phlomis presta-se bem à composição de ramos de flores!
As flores da sálvia-de-Jerusalém medem frequentemente dois a três centímetros de comprimento. As pétalas estão soldadas em tubo, mas abrem-se em duas lábios. O lábio superior forma um capacete, enquanto o inferior se divide em três lóbulos. Esta corola (conjunto das pétalas) está inserida num cálice (sépalas) com cinco dentes. A flor conta igualmente com quatro estames (dois longos e dois curtos).
A floração da sálvia-de-Jerusalém tem a vantagem de ser bastante luminosa! A mais conhecida é a Phlomis fruticosa, com flores de um belo amarelo vivo, ao passo que a floração da Phlomis russeliana é de um amarelo um pouco mais suave. Existem também variedades com flores cor-de-rosa, malva, púrpura ou brancas!
A floração da sálvia-de-Jerusalém é apreciada pelos insetos polinizadores, em particular pelos abelhões e pelas abelhas-carpinteiras.

A floração das sálvias-de-Jerusalém! Por ordem, Phlomis fruticosa (foto Stan Shebs), Phlomis tuberosa (foto C.T. Johansson) e Phlomis russeliana
A sálvia-de-Jerusalém possui uma folhagem bastante densa e espessa. As suas folhas têm uma forma simples (não dividida), oval e bastante alongada. São gofradas e geralmente pilosas, pubescentes. Nos caules, as folhas estão dispostas duas a duas, em pares; e cada par está colocado em ângulo reto relativamente ao anterior (folhas opostas decussadas). As folhas da Phlomis fruticosa lembram as da sálvia, o que valeu à planta o nome de sálvia-de-Jerusalém. Na Phlomis russeliana, as folhas são triangulares ou cordadas (em forma de coração), bastante largas na base e estreitadas na extremidade. As folhas das sálvias-de-Jerusalém medem geralmente entre 5 e 20 cm de comprimento. Mas a Phlomis lanata distingue-se pelas suas pequenas folhas relativamente arredondadas, que não ultrapassam 3 cm de comprimento!
As folhas podem ser de um belo verde claro, mas assumem também frequentemente tons acinzentados, por vezes ligeiramente azulados. São geralmente um pouco mais cinzentas e lanosas no verso.
Na maioria das variedades, as folhas têm a vantagem de ser persistentes! A sálvia-de-Jerusalém mantém-se assim decorativa mesmo no inverno. No entanto, a Phlomis tuberosa tem folhas caducas.
As folhas frequentemente cinzentas e pubescentes das sálvias-de-Jerusalém traduzem uma adaptação à seca, pois reduzem a evapotranspiração e permitem assim à planta conservar a água presente nas suas células.

A folhagem da Phlomis fruticosa, Phlomis lanata e Phlomis russeliana
O fruto da sálvia-de-Jerusalém é composto por quatro aquénios (tetraquénio), uma das características da família das Lamiáceas. Está contido no cálice, que permanece no lugar após a floração. Quando as hastes florais se murcham e sustentam os frutos, conservam um aspeto decorativo, muito gráfico! Podem deixar-se no lugar durante o inverno, pois trarão estrutura aos canteiros, bem como um toque original e atrativo, tão precioso nesta época do ano.

As infrutescências da Phlomis fruticosa, as da Phlomis russeliana (foto Dominicus Johannes Bergsma), e as sementes da Phlomis tuberosa (foto Stefan Lefnaer)
A sálvia-de-Jerusalém é, portanto, decorativa no jardim praticamente durante todo o ano, pela sua floração estival, pelos seus frutos no outono e inverno, bem como pela sua folhagem (frequentemente persistente) verde-acinzentada, que lembra a da sálvia!
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Como criar um belo canteiro de plantas perenes?As principais variedades de sálvia-de-Jerusalém
Phlomis fruticosa
- Período de floração Junho à Agosto
- Altura à maturidade 1,25 m
Phlomis russeliana
- Período de floração Julho, Agosto
- Altura à maturidade 80 cm
Phlomis tuberosa Amazone
- Período de floração Junho à Agosto
- Altura à maturidade 1,20 m
Phlomis cashmeriana
- Período de floração Junho à Agosto
- Altura à maturidade 70 cm
Phlomis samia
- Período de floração Agosto, Setembro
- Altura à maturidade 1 m
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Plantação das sálvias-de-Jerusalém
Onde plantar?
A sálvia-de-Jerusalém é uma planta de pleno sol. É ideal em jardins mediterrânicos e em rocalheiras ensolaradas, e adapta-se muito bem a jardins de beira-mar. Não hesite em instalá-la ao pé de uma parede exposta a sul! Contudo, como regra geral, pode tolerar uma situação ligeiramente sombria desde que haja luminosidade suficiente.
A sálvia-de-Jerusalém é pouco sensível à natureza do solo. Suporta bem os solos pobres, mesmo pedregosos, e tolera terrenos calcários. O mais importante é que o terreno tenha uma boa drenagem, pois esta planta teme o excesso de humidade! Se o seu terreno retém água, plante em cima de um montículo. O facto de sobreelevar o canteiro permitirá que a água escoe mais rapidamente. Pode também adicionar cascalho para melhorar a infiltração da água. O ideal é plantar num substrato arenoso, leve e pobre.
Como a sálvia-de-Jerusalém tem um hábito bastante largo e espraiado, deixe um pouco de espaço à sua volta, evitando instalá-la demasiado perto das outras plantas.
A sálvia-de-Jerusalém pode perfeitamente ser colocada numa rocalheira. Adapta-se igualmente bem em canteiros de plantas perenes, em bordadura, ou em canteiros naturalistas (nomeadamente as variedades como a Phlomis tuberosa ‘Amazone’!). Como a sálvia-de-Jerusalém tem um hábito bastante largo e espraiado, deixe um pouco de espaço à sua volta, evitando instalá-la demasiado perto das outras plantas.
Quando plantar?
Pode plantar a sálvia-de-Jerusalém no outono ou na primavera. Prefira intervir no outono se se encontrar numa região de clima ameno, e na primavera se residir num clima mais rigoroso.
Como plantar?
Como a sálvia-de-Jerusalém forma touceiras bastante largas, respeite uma boa distância de plantação (70 a 80 cm no mínimo).
Para plantar uma sálvia-de-Jerusalém:
- Coloque a planta numa bacia cheia de água, de modo a humidificar bem o torrão.
- Entretanto, prepare o terreno. Cave um buraco de plantação, adicione se necessário um pouco de cascalho para facilitar a infiltração da água no solo. Pode também criar um montículo, de forma a instalar a planta de modo sobrelevado e evitar que a água estagne posteriormente.
- Retire a planta do seu vaso e coloque-a no buraco de plantação.
- Reponha a terra à sua volta.
- Compacte ligeiramente com a palma da mão.
- Regue abundantemente.
Continue a regar nas semanas seguintes à plantação. A sálvia-de-Jerusalém poderá depois prescindir de regas.

Phlomis herba-venti (photo Luis Nunes Alberto)
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Eufórbias: plantar, cultivar e cuidarManutenção
A sálvia-de-Jerusalém tem a vantagem de não precisar verdadeiramente de manutenção! Pode deixá-la prosperar numa zona do jardim sem necessidade de intervenção. Suporta bem a seca e os grandes calores, podendo assim dispensar regas. Do mesmo modo, como se dá bem em terrenos bastante pobres, não necessita de adubo.
É possível cortar as hastes florais no outono, quando estiverem murchas, mas sugerimos que as conserve para o inverno, pois têm um lado decorativo e gráfico. Poderá depois cortá-las no final do inverno (março – abril), aproveitando para suprimir também as folhas danificadas pela geada. Pode igualmente efetuar uma leve poda após a floração, de modo a manter um hábito mais compacto e denso. Para o Phlomis tuberosa, como se trata de uma planta caduca, aconselhamos a limpar a touceira no final do inverno, removendo os caules e as folhas que secaram.
Embora não seja sensível a doenças, a sálvia-de-Jerusalém é por vezes atacada pelas cigarrinhas, pequenos insetos que picam os tecidos da planta para extrair a seiva. As folhas apresentam então pequenos pontos descolorados. Isto pode também originar o aparecimento de fumagina; mas, em geral, os danos não são muito significativos. Pode tratar utilizando óleo de neem ou sabão negro.
Multiplicação: sementeira, estacaria, divisão
É possível multiplicar as sálvias-de-Jerusalém por sementeira, por estacaria ou por divisão. Aconselhamos sobretudo a estacaria.
Sementeira
Pode colher no outono as sementes de Phlomis contidas nos frutos das hastes florais murchas e semeá-las no início da primavera.
- Pegue num vaso e encha-o com substrato especial para sementeira. Compacte ligeiramente.
- Semeie as sementes à superfície.
- Cubra-as com um pouco de substrato.
- Regue em chuveiro fino.
- Coloque o vaso a uma temperatura entre 15 e 18 °C.
- Continue a regar regularmente para que o substrato se mantenha fresco até à germinação.
- Tenha paciência… As sementes podem germinar ao fim de duas semanas, mas por vezes demoram muito mais tempo a emergir: até dois meses!
- Poderá depois transplantar as jovens plantas para vasos individuais e instalá-las em plena terra no outono ou na primavera seguinte.
Estacaria
Pode multiplicar a sálvia-de-Jerusalém por estacaria no final do verão (julho – agosto).
- Retire um segmento de um ramo de preferência sem flores e saudável. Deve medir entre 10 e 15 cm. Corte de forma limpa com uma faca desinfetada, logo abaixo de um nó. Se houver flores ou botões florais, elimine-os.
- Retire as folhas situadas na metade inferior do ramo, deixando apenas algumas na extremidade.
- Prepare um vaso com uma mistura de substrato e areia e regue para que fique bem húmido.
- Plante a estaca no substrato.
- Compacte bem à volta do ramo, para eliminar as bolsas de ar e garantir um bom contacto entre o ramo e o substrato.
- Coloque a estaca sob um abrigo frio, ao abrigo do gelo. O local deve ser luminoso, mas sem sol direto.
É preferível colocar uma garrafa de plástico ou um saco de plástico por cima do vaso para manter uma atmosfera húmida (estacaria tapada). Não se esqueça de arejar de vez em quando para evitar o aparecimento de doenças ou fungos.
Divisão de tufos
A divisão de tufos é possível no outono ou na primavera. Permite regenerar as plantas e torná-las mais vigorosas. Pode fazê-lo a cada três anos. Desenterre com cuidado um tufo bem estabelecido, suficientemente grande, instalado há vários anos. Divida-o em vários fragmentos e replante-os em novos locais, depois de preparar o terreno.
→ Saiba mais no nosso tutorial Como multiplicar o Phlomis ou sálvia-de-Jerusalém?
Associar a sálvia-de-Jerusalém ao jardim
A sálvia-de-Jerusalém é verdadeiramente perfeita nos jardins mediterrânicos e jardins secos. Plante-a com trovisco-macho, Stachys byzantina, Verbascum, estevas… Descubra as belas flores azul-violeta, muito delicadas, do Catananche caerulea. Privilegie também as plantas aromáticas, como as alfazemas, sálvias, perpétuas e santolinas. Terá a vantagem de obter um jardim que quase não necessita de manutenção! Este tipo de canteiro será particularmente adequado para jardins à beira-mar.
Como é resistente à seca e aprecia terrenos pobres e drenantes, pedregosos, a sálvia-de-Jerusalém pode perfeitamente ser integrada no fundo de um jardim rochoso. Coloque-a à frente de algumas plantas mais baixas, em almofada ou tapizantes, como as saxífragas, flox-tapete, séduns ou eufórbia-de-murta (Euphorbia myrsinites). Acrescente eventualmente alguns Eryngiums, heliântemos, Armeria maritima e cravos (Dianthus arenarius). Aproveite também a floração original dos cardos-esféricos! Para um jardim rochoso, aconselha-se a escolher as sálvias-de-Jerusalém mais compactas em vez das grandes variedades. O Phlomis lanata parece particularmente adequado.

As sálvias-de-Jerusalém podem integrar-se num jardim de estilo mediterrânico ou jardim seco. Phlomis fruticosa, Stachys byzantina (foto Plenuska), alfazema e Cistus monspeliensis (foto Jean-Pol Grandmont)
Para um canteiro mais clássico, mas ainda assim muito colorido e animado, pode integrar a sálvia-de-Jerusalém num canteiro misto. Plante-a com gerânios perenes, Centranthus ruber, alquemilas, sálvias e erva-dos-gatos. Pode ser instalada na orla de um caminho, para trazer um toque vivo e luminoso ao longo de uma passagem ou de uma alameda.
Com os seus longos caules eretos, muito airosos e delicados, o Phlomis tuberosa ‘Amazone’, por sua vez, integrará melhor um jardim naturalista. Plante-o com altas gramíneas ornamentais (Calamagrostis, Stipa gigantea…), que captarão os raios de sol de forma muito elegante. Acrescente Echinacea purpurea, Cirsium japonicum, bem como cardencha (Dipsacus). Não resista às longas espigas florais dos Veronicastrum! Como a variedade Phlomis tuberosa ‘Amazone’ tem um aspeto bastante gráfico, pode também ser utilizada para criar contraste num jardim mais moderno, em companhia de plantas mais baixas e compactas.
→ Descubra outras belas ideias para associar a sálvia-de-Jerusalém nos nossos conselhos de cultivo!

Para um jardim de estilo naturalista: Phlomis samia, Dipsacus fullonum (foto Radio Tonreg), e Echinacea purpurea ‘The King’
Recursos úteis
- Descubra a nossa gama de sálvias-de-Jerusalém!
- Um artigo de Pierre no nosso blogue – Plantas mediterrânicas: de onde vêm realmente?
- Uma seleção de plantas para combinar a sálvia-de-Jerusalém num jardim seco
- Descubra as outras plantas alelopáticas!
Perguntas frequentes
-
As folhas da minha sálvia-de-Jerusalém estão marcadas com pontos amarelos ou descoloridos! O que fazer?
Trata-se de cigarrinhas, pequenos insetos que picam as folhas para extrair a seiva, provocando a sua descoloração. Embora isso enfraqueça a planta, os danos são bastante limitados. Para se livrar delas, pode utilizar sabão negro.
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