Resumo

Modificado 0,01  por Virginie T. 12 min.

O liquidâmbar em poucas palavras

  • O liquidâmbar é uma das mais belas árvores ornamentais
  • É uma árvore única no outono pela beleza da sua folhagem colorida e incandescente
  • De cultivo fácil, apenas necessita de um solo fresco não calcário e de um local privilegiado
  • É resistente ao frio e às doenças e requer pouquíssima atenção
  • Majestoso, é ideal isolado em parques ou jardins de grande dimensão, enquanto o liquidâmbar anão fará as delícias dos amadores de arbustos em espaços mais reduzidos!
Dificuldade

A palavra da nossa especialista

O liquidâmbar é sem dúvida uma das mais belas árvores ornamentais para o jardim. Encontra-se frequentemente nos espaços públicos como árvore de alinhamento, mas esta majestosa espécie merece também um lugar de destaque no jardim, onde a sua silhueta graciosa poderá revelar todo o seu esplendor.

O seu principal trunfo reside na folhagem caduca que garante um espetáculo no outono, assumindo tons de dourado, cobreado e vermelho-violáceo, nuances quentes e vibrantes que inflamam o jardim quando os dias encurtam. O inverno revela a sua madeira preciosa, uma bela casca elegantemente enrugada que não carece de charme; a primavera e o verão trazem a folhagem verde, por vezes salpicada de amarelo.

Se os exemplares de maior porte, como o Liquidambar styraciflua, mais vulgarmente conhecido como “liquidâmbar-americano”, são capazes de atingir 20 m de altura, também existem espécies como o Liquidambar orientalis ou inúmeras cultivares de dimensões mais modestas que raramente ultrapassam 10 m. Se aprecia o liquidâmbar mas o considera demasiado grande e o espaço é reduzido no seu jardim, saiba que existe um liquidâmbar anão, o Liquidambar styraciflua ‘Gum Ball’, uma variedade que não ultrapassa 3 m em nenhum sentido e que se adapta muito melhor aos jardins de menores dimensões.

Rústico e de cultivo fácil, o liquidâmbar prefere o sol e não necessita de muita atenção uma vez bem estabelecido.

Com o seu porte piramidal, constitui um ponto focal notável isolado num relvado, num local bem amplo, ou em alinhamento ao longo de uma grande alameda.

Descubra sem demora o liquidâmbar, esta árvore de folhagem outonal deslumbrante que se adapta tanto a grandes como a pequenos jardins.

Descrição e botânica

Ficha de identidade

  • Nome latino Liquidambar
  • Família Hamamelídaceas
  • Nome comum Liquidâmbar, Liquidâmbar-da-América
  • Floração abril-maio
  • Altura 3 a 10 m e +
  • Exposição Sol
  • Tipo de solo Argiloso e fresco
  • Rusticidade -20°C

O Liquidâmbar é uma árvore caducifólia da família das hamamelídaceas, como o Hamamelis e a Parrotia. O género reúne quatro espécies de árvores originárias das florestas temperadas e das margens de grandes cursos de água da América, da Turquia e da Ásia.

O Liquidambar styraciflua, também designado “Liquidâmbar-da-América”, é a espécie mais conhecida. Disponível em numerosas cultivares selecionadas pelo hábito, pelas dimensões mais modestas e pela forma e coloração da folhagem, como a ‘Gum Ball’, uma variedade anã que não ultrapassa os 3 m, a ‘Golden Sun’ com folhagem amarelo-claro na primavera e verde no verão, ou ainda a ‘Aurea’ com folhagem verde salpicada de amarelo.

O Liquidambar orientalis, “Liquidâmbar-do-Oriente” ou “Estoraque do Levante”, nativo da Turquia, o Liquidambar acalycina ou “liquidâmbar-da-china”, ambos mais pequenos do que o seu congénere americano, e o Liquidambar formosana, originário de Taiwan, com folhagens igualmente magníficas nas suas cores outonais, completam o género.

No seu habitat natural, o liquidâmbar pode atingir até 40 m de altura, mas nas nossas latitudes raramente ultrapassa os 20 m de altura em média, para 3 a 5 m de largura. Apresenta um crescimento lento nos primeiros anos, tornando-se relativamente rápido com o tempo. Forma com relativa rapidez um exemplar de belo porte. As novas cultivares oferecem dimensões mais modestas, raramente ultrapassando os 10 m de altura para 3-4 m de largura ao fim de 10 anos. Revela uma longevidade notável de cerca de 150 anos.

Esguio ou colunar, cónico ou piramidal, mais raramente globoso (‘Gum Ball’) ou arredondado, o hábito do liquidâmbar varia consideravelmente consoante a espécie e a cultivar. Assume, contudo, na maior parte dos casos uma silhueta piramidal por vezes bastante irregular, que se arredonda com a idade.

liquidâmbar-da-américa

Liquidambar styraciflua – ilustração botânica de P.J. Redouté

Assente numa poderosa raiz pivotante, esta bela árvore desenvolve um tronco muito vertical com casca encortiçada de cor cinzento-escuro, que se torna castanho-avermelhada e se fissura com a idade. Os ramos jovens apresentam rugosidades que se acentuam em excrescências encortiçadas à medida que envelhecem. A sua madeira é preciosa e assemelha-se tanto à da nogueira-europeia que o liquidâmbar recebeu o nome popular de “nogueira-acetinada”. A sua casca exala um aroma de canela e deixa exsudar uma resina, estoraque ou copalme, também chamada por vezes “Bálsamo Branco do Peru”, que valeu à árvore o nome liquidâmbar, que significa “líquido” e “âmbar”, em referência a esta seiva balsâmica e aromática de cor âmbar que escorre quando se incide a casca.

O liquidâmbar é particularmente apreciado pela sua elegante folhagem caducifólia que se reveste de suntuosas tonalidades, enchendo o jardim de cores quentes e especiadas quando os dias encurtam no outono. A folhagem é composta por folhas palmadas largas, recortadas em 3 a 7 lobados triangulares ou arredondados (Liquidambar styraciflua ‘Rotundiloba’), mais ou menos recortados, que evocam as folhas do bordo, com a diferença de que as do liquidâmbar estão dispostas de forma alternada nos ramos e não oposta. Com 10 a 18 cm de largura, de margem finamente denteada, são pubescentes, hirsutas com pelos ruivos na página inferior do limbo.

Esta ampla folhagem palmada exala um aroma a terebintina quando se fricciona.

Como muitas árvores da família das hamamelídaceas, o liquidâmbar reveste-se de uma folhagem magnificamente colorida no outono. De cor verde-tenro a verde-escuro brilhante, por vezes verde-vivo salpicado e mosqueado de amarelo ou cinzento marginado de creme da primavera ao verão, as folhas adquirem tonalidades flamejantes, douradas, cor de laranja, ocre-amarelo, cobre, vermelho-carmesim a Grenada e rosa-violáceo no outono, mais ou menos pronunciadas consoante as cultivares e as condições de cultivo.

A floração do liquidâmbar é discreta. Na primavera, em abril, surgem pequenas flores amarelo-esverdeadas apétalas unissexuadas. O liquidâmbar é uma espécie monoica: as flores masculinas e femininas coexistem na mesma árvore. Assumem a forma de amentilhos eretos em espigas de 5 a 7,5 cm de comprimento ou de glomérulos espinhosos e pendentes de 1 a 3 cm de diâmetro, consoante sejam masculinas ou femininas.

Apenas após 25 anos de cultivo, as flores femininas hérissées de pontas verdes transformam-se em frutos, cápsulas castanhas e esféricas de 2,5 a 3,4 cm que libertam pequenas sementes aladas semelhantes às sâmaras dos bordos. Persistem durante muito tempo no inverno, presas aos ramos por um longo pedúnculo.

liquidâmbar-da-américa

Liquidambar styraciflua : folhagem verde e depois flamejante no outono, com o seu fruto

Com uma excelente rusticidade, o liquidâmbar suporta o rigor do inverno até -15-20 °C, por vezes até além. Desenvolve-se ao sol e revela as suas mais belas cores em solo não calcário (ligeiramente ácido), profundo, pesado (argiloso), rico e fresco. É uma árvore adaptável, que tolera solos temporariamente inundados, aceitando inclusivamente a maresia e a poluição.

Pode ser plantado isolado num grande relvado de um parque ou jardim de grandes dimensões, perto de um lago, em alinhamento ao longo de uma grande alameda ou no limite de propriedade num jardim à beira-mar.

A resina, estoraque ou copalme exsudada pelo liquidâmbar pode ser queimada como incenso e é muito apreciada pelas suas propriedades dermatológicas e anti-stress, bem como pela sua capacidade de combater afeções respiratórias. Os egípcios utilizavam-na para embalsamar as múmias, ao passo que os índios a mastigavam como pastilha elástica! No século XIX, quando o liquidâmbar foi introduzido na Europa, a resina de copalme era utilizada na preparação de leites e bálsamos de beleza. Esta goma aromática serve também de fixador de perfume, sendo amplamente utilizada pelos perfumistas.

Por fim, a madeira aromática e preciosa do liquidâmbar era muito valorizada em ebanisteria.

Principais espécies e variedades

Hoje encontram-se inúmeras cultivares de Liquidambar styraciflua, a espécie mais cultivada nos jardins, selecionadas pelo seu hábito, o colorido da folhagem e o seu desenvolvimento mais reduzido do que o da espécie-tipo. A título de exemplo, as impressionantes dimensões desta árvore foram revisitadas com sucesso através do hábito mais compacto da cultivar ‘Gum Ball’, que permite finalmente ao liquidâmbar entrar nos nossos jardins de dimensões mais modestas.

Os mais populares

Liquidambar styraciflua Gum Ball

Liquidambar styraciflua Gum Ball

Este liquidâmbar distingue-se pelo seu desenvolvimento extremamente reduzido e pelo seu elegante hábito globoso. Uma variedade a adotar nos jardins de pequenas dimensões!
  • Período de floração Maio
  • Altura à maturidade 3 m
Liquidambar styraciflua

Liquidambar styraciflua

É a espécie-tipo apreciada pelas magníficas cores de outono que vão do laranja ao vermelho escarlate e ao violáceo. Para instalar num local bem amplo no jardim, isolado ou em alinhamento, de modo a admirá-la em todo o seu esplendor.
  • Período de floração Maio
  • Altura à maturidade 20 m

As nossas preferidas

Liquidâmbar styraciflua Aurea

Liquidâmbar styraciflua Aurea

Esta cultivar apresenta um desenvolvimento nitidamente menos acentuado do que o da espécie-tipo, o que a torna particularmente adaptada aos jardins de pequenas dimensões. Distingue-se igualmente por uma notável folhagem variegada, que se torna amarelo-alaranjada a escarlate ou rosada no outono.
  • Período de floração Maio
  • Altura à maturidade 9 m
Liquidâmbar styraciflua Rotundiloba

Liquidâmbar styraciflua Rotundiloba

Esta variedade distingue-se da espécie-tipo pela forma das suas folhas, recortadas em lobos arredondados. Com o seu hábito cónico esguio, impõe-se nos grandes jardins isolada ou para realçar uma alameda.
  • Período de floração Maio
  • Altura à maturidade 18 m
Liquidambar styraciflua Worplesdon

Liquidambar styraciflua Worplesdon

Esta magnífica cultivar distingue-se por um hábito mais cónico do que o da espécie-tipo e por uma folhagem perfumada muito decorativa, amarelo-alaranjada no outono. Para cultivar tanto isolada como em alinhamento.
  • Período de floração Maio
  • Altura à maturidade 12 m

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Plantação do Liquidâmbar

Onde plantar?

O liquidâmbar possui uma boa rusticidade até -15 °C/-20 °C, o que permite a sua plantação em todas as regiões. No entanto, nas regiões com invernos longos, ofereça-lhe um lugar bem abrigado, pois as geadas tardias podem danificar os seus amentilhos. Originário de zonas húmidas e muito resistente à brisa marinha, apreciará os climas chuvosos das zonas costeiras.

Deve beneficiar de um máximo de luminosidade para apresentar belas cores no outono.

Instalar-se-á facilmente a pleno sol, que reforçará as suas magníficas colorações outunais. Aprecia os solos pesados e frescos. Necessita de um solo de tipo argiloso ou argilo-limoso, rico, profundo, drenante no inverno, fresco, ou mesmo húmido, pois exige uma certa humidade no solo para se desenvolver plenamente. A sua raiz pivotante pode suportar uma imersão temporária, embora deteste os terrenos pantanosos!

Prefere uma terra de tendência ácida, em todo o caso não calcária. Embora receie o calcário, esta árvore revela-se resistente à poluição urbana, sendo um bom candidato para os jardins de cidade.

Como a sua raiz pivotante suporta mal o transplante, pense bem no local que lhe vai destinar antes de qualquer plantação, pois uma vez bem enraizado crescerá cerca de 40 a 50 cm por ano. Ofereça-lhe um espaço à sua medida, pois na maturidade os maiores liquidâmbares atingirão 20 a 22 m de altura em média, para 7 m de envergadura.

Para desfrutar ao máximo da sua notável folhagem outonal e da sua maravilhosa silhueta elegante, reserve a esta árvore um local bem desafogado no jardim.

As suas belas dimensões fazem dela um magnífico exemplar a instalar isolado num grande relvado, num vasto parque ou num jardim espaçoso, como árvore de alinhamento para ornar majestosamente uma alameda ou embelezar um espelho de água no qual se poderá refletir.

Num jardim onde o espaço é limitado, para enriquecer um bosquete de arbustos ou uma sebe livre, prefira uma variedade anã de liquidâmbar, como o Liquidambar styraciflua ‘Gum Ball’, que não ultrapassará 3 m em nenhum sentido.

Quando plantar?

Plante o liquidâmbar de preferência no outono, de setembro a novembro, de modo a favorecer o seu enraizamento antes do inverno. Os exemplares em contentor podem também ser plantados na primavera, de fevereiro a abril, evitando os períodos de geada ou de calor intenso.

Como plantar?

Em solo muito calcário, aconselha-se a adicionar terra de urze na plantação. Uma vez bem instalado, não volte a mover o Liquidambar, pois a sua raiz suportará muito mal ser transplantada. Reserve-lhe espaço suficiente: pelo menos 5 a 8 m de distância de plantação em relação a outra árvore, e entre 3 e 5 m para as cultivares de desenvolvimento mais reduzido. Pode também plantá-lo em grupo de 3 ou 5, para constituir um bosquete verdadeiramente majestoso.

Para plantar o seu liquidâmbar:

  • Comece por escavar uma cova ampla, de pelo menos três vezes o volume do torrão
  • Espalhe cascalho no fundo do buraco para facilitar a drenagem
  • Misture à terra de jardim, em partes iguais, composto com terra de urze se o terreno for calcário
  • Faça um aporte de composto bem maduro
  • Plante a árvore ao nível do colo
  • Tutoie se necessário
  • Calcue bem a terra e regue regularmente até à retoma, bem como nos primeiros anos
  • Cubra o solo com uma camada de mulch para conservar a frescura na base durante os períodos quentes

Para uma plantação bem-sucedida, consulte o nosso vídeo sobre como plantar corretamente uma árvore.

liquidâmbar

Manutenção e poda do liquidâmbar

O Liquidâmbar necessita de muito pouco cuidado e cresce sem atenções especiais.

Durante os primeiros anos, requer uma rega regular. No verão, fique atento às suas necessidades de água e regue abundantemente em períodos de seca. Uma vez bem estabelecido, contentará com a água da chuva!

Uma boa camada de composto no verão ajudará a manter o solo sempre fresco e, no inverno, a proteger as árvores jovens das geadas intensas.

A cada primavera, corrija o solo com um bom adubo orgânico, como estrume ou composto.

A poda não é necessária nem recomendada. No outono ou no final do inverno, pode intervir apenas para eliminar a madeira morta, seca ou danificada. Entre meados de agosto e o final de setembro, pode podar ligeiramente os ramos mal posicionados ou em excesso.

Instalado em boas condições, o Liquidâmbar revela-se insensível às doenças.

Multiplicação

O liquidâmbar pode multiplicar-se por sementeira (um processo muito demorado, sendo necessário aguardar até 2 anos antes da germinação), por divisão de rebentos, por estaquia (bastante imprevisível) e por mergulhia.

Por separação de rebentos

É sem dúvida o método de multiplicação mais simples. Alguns liquidâmbares tendem a emitir rebentos em torno da planta-mãe. No outono, separe os rebentos com uma pá, cortando a raiz o mais perto possível do tronco principal. Transplante estas plantas jovens de imediato para um solo fresco.

Por mergulhia

A mergulhia do Liquidambar é simples e permite obter uma nova planta idêntica à planta-mãe, sendo que o desenvolvimento radicular é muito lento.

  • No outono, deite um dos ramos baixos ao pé da árvore
  • Retire as folhas nessa parte do ramo e incise a casca ao longo de alguns centímetros
  • Cave um sulco junto da planta-mãe
  • Deite o ramo no sulco e enterre uma parte para que enraíze
  • Tape o sulco e fixe a mergulhia com ganchos metálicos
  • Levante a extremidade e tutore a parte aérea
  • Poderá separar a mergulhia da planta-mãe e replantá-la em plena terra quando apresentar raízes suficientes

Fazer estacas de liquidâmbar

  • No outono-inverno, com uma tesoura de poda, corte estacas de madeira lenhificada, com 20 cm de comprimento
  • Elimine as folhas da base do ramo
  • Plante as estacas em vasinhos, numa mistura de areia, turfa e terra húmida
  • Mantenha o substrato húmido até ao enraizamento
  • O enraizamento é lento e pode demorar vários anos
  • Uma vez bem enraizadas, faça a mudança de vaso individualmente para vasos cheios de composto e transplante no outono seguinte

Associar o liquidâmbar

O liquidâmbar necessita de um grande espaço; é uma essência que se basta a si mesma e será notável como pontuação majestosa no meio de um relvado num jardim de grandes dimensões. Ainda assim, associa-se facilmente a outros vegetais que apreciam os mesmos ambientes frescos e os solos profundos. Resistente tanto à poluição como aos salpicos do mar, a sua presença impõe-se num grande jardim urbano como nos de beira-mar, onde poderá sublinhar uma alameda. Com a sua folhagem colorida, é indispensável para criar magníficos ambientes outonais.

Para compor uma sinfonia de tonalidades quentes, aproxime-o de outras árvores e arbustos de folhagem colorida como o Ginkgo biloba, os Acer ou bordos-do-japão, os Cornus, as bétulas e os hamamélis.

associar o liquidâmbar

Um exemplo de associação outonal em bosque: Liquidambar styraciflua, Liriodendron tulipifera, Nyssa sylvatica e Parrotia persica

Obtém-se um bosque deslumbrante no outono associando-o a um tulipeiro-da-Virgínia (Liriodendron tulipifera), ao bago-de-arroz (Oxydendron arboreum), à parrótia (Parrotia persica) e ao tupelo negro, que se adornam igualmente com suntuosas tonalidades outonais.

Esta árvore, que aprecia os solos ácidos, poderá servir de pano de fundo a uma mistura de arbustos de terra de urze como os rododendros anões, as hortênsias e as azáleas Mollis.

Para desfrutar plenamente do seu esplendor, instale-o sobre um fundo de verdura permanente composto por coníferas como o pinheiro-da-macedónia (Pinus peuce), o cipreste-dos-pântanos (Taxodium distichum) ou o Metasequoia glyptostroboides ‘Gold Rush’.

associar o liquidâmbar

Uma ideia de associação: Liquidambar styraciflua (ou a soberba variedade ‘Worplesdon’), Robinia pseudoacacia ‘Frisia’, no qual pode fazer trepar uma roseira trepadeira como ‘American Pillar’ ou ‘Maria Lisa’, Cedrus libani ‘Atlantica Glauca’, Festuca ‘Intense Blue’, Sedum ‘José Aubergine’ e Origanum vulgare ‘Aureum’

Na primavera e no verão, acompanhe a sua folhagem verde-vivo com bolbos de primavera em tonalidades verde-ácido e branco, como os narcisos, as íris holandesas, as anémonas nemorosa e as tulipas botânicas, e faça trepar uma Clematis montana para completar este encantamento primaveril.

Cubra a base da árvore com algumas perenes de cobertura vegetal persistentes como as búgulas rastejantes ou os sinos-de-coral com as suas suntuosas folhas persistentes vermelho-tijolo ou vermelho-púrpura, a acena, uma hera variegada, gerânios perenes ou uma violeta-de-cheiro, que manterão as raízes frescas.

Os liquidâmbares de menor porte coabitarão facilmente com uma aveleira roxa, um bordo-do-japão anão, um Ginkgo biloba ‘Blagon’, um Toona sinensis ‘Flamingo’ ou cedro-da-china.

Recursos úteis

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